O Broto funciona sem internet: o que você registra fica gravado no próprio celular. Você pode criar uma conta para guardar uma cópia e compartilhar com um profissional — é opcional, e o que sobe vai cifrado antes de sair do aparelho. Nada é vendido, nada é compartilhado, não tem anúncio, e você exporta e apaga tudo quando quiser. Como funciona a conta.
Última revisão em 26 de agosto de 2026
Ela descreve como o Broto funciona hoje, vale como compromisso público, e é o mesmo texto que o aplicativo abre quando você toca no link de política. Quando alguma coisa mudar de forma relevante, a data de revisão aqui em cima muda junto e o app avisa na abertura.
Tudo o que o app precisa pra funcionar, e só isso: as tarefas que você cria, com prioridade, data e passos; os focos do ciclo e as marcas de cada dia; as sessões do Modo Foco, incluindo as fugas e a distração que você anotou; os registros PEC completos, com situação, pensamento, emoção e intensidade; o que você escreve no diário e a intenção do dia; o humor registrado no fechamento do dia; as respostas e a pontuação de cada rastreio ASRS; os horários de acordar e dormir e os lembretes que você ligou; o estágio da planta, o XP e os retrospectos gerados.
As três perguntas do começo — objetivo, porquê e custo de não mudar — ficam guardadas como você escreveu. Elas voltam a aparecer no app, então valem como texto seu, não como resposta de formulário.
Se você aceitar o convite de uma profissional, passam a existir mais três coisas: as atividades que ela te passa e o que você responde nelas, a pauta que você escreve para levar à sessão, e o dia e a hora do seu atendimento — este último fica só no aparelho e não sobe. Como cada uma funciona está em Terapia e Broto PRO.
No armazenamento local do seu aparelho, gerenciado pelo próprio sistema operacional. O app funciona sem internet e abre inteiro sem conta nenhuma — sem conta, nada do que você escreve sai do aparelho.
Com conta ou sem, uma coisa sai: números de uso e relatório de falha. Eles não carregam nada do que você escreveu, e estão descritos por nome em Quem mais tem acesso. É por causa deles que o Broto se declara, na ficha da loja de aplicativos, como um app que coleta dados — dizer o contrário aqui seria contradizer a própria ficha.
Se você criar uma conta, uma cópia do que você escreve passa a ficar também no nosso banco de dados, cifrada no seu aparelho antes de sair dele. O banco fica no Brasil, em São Paulo. Como isso funciona, e quem consegue abrir o quê, está na seção seguinte.
Sem conta, vale escrever com todas as letras: se você desinstalar o app, trocar de celular ou apagar os dados do aplicativo sem exportar antes, os registros vão junto e não temos como recuperá-los.
Se você fizer backup do celular pela Apple ou pelo Google, os dados do Broto podem entrar nesse backup. Quem controla essa cópia é você e a fabricante do sistema, dentro das políticas dela.
A conta é opcional e serve a duas coisas: não perder o que você escreveu se o celular sumir, e compartilhar com um profissional que você escolher. O aplicativo funciona inteiro sem ela.
O que você escreve é cifrado no seu aparelho com uma chave antes de subir. O nosso banco guarda o texto embaralhado — quem olhar a linha direto no banco não lê nada. Onde essa chave fica é uma escolha sua, feita na criação da conta, e as duas opções têm consequência real:
Dá pra trocar de opção depois, nas configurações do app. Enquanto você não criar conta, nenhuma das duas se aplica: não há chave nossa nem cópia nossa.
Compartilhar com uma profissional é sempre um ato separado e explícito, e está descrito inteiro em Terapia e Broto PRO. Aceitar um convite não entrega nada: a escolha do que ela vê é um segundo passo, e nada vem marcado por padrão.
Ninguém lê o que você escreve. Não vendemos dados, não usamos seus registros pra anúncio e não montamos perfil de usuário. Também não há rastreamento: o Broto não segue você por outros aplicativos ou sites, não conversa com rede de anúncio e não entrega nada a corretor de dados. O que existe, e é justo listar por nome:
Amplitude, Sentry e RevenueCat ficam fora do Brasil, o que caracteriza transferência internacional de dados. Ela se limita ao que está descrito acima — uso e falha, nunca conteúdo — e a base legal é o seu consentimento. Vale ser exato sobre como revogar: hoje o app não tem um interruptor que desligue a medição de uso separadamente, então revogar é deixar de usar ou desinstalar o aplicativo. Se um interruptor desses passar a existir, ele é descrito aqui.
Existe uma exceção a “ninguém lê o que você escreve”, e ela é sua: a profissional que você convidou a acompanhar, se você tiver aceitado um convite e ligado algum dos cinco grupos. Ela não é um terceiro que nós contratamos — é alguém que você escolheu, e o caminho inteiro está em Terapia e Broto PRO. Fora ela, a lista acima é completa.
Os lembretes são notificações locais, agendadas pelo próprio aparelho. Nenhuma delas passa por um servidor nosso, e nenhuma é notificação de engajamento — são só as dez que estão listadas na tela de ajustes do app.
Sem conta, não guardamos nada do que você escreve — não há prazo a cumprir, porque não há conteúdo seu sob nossa guarda. Os números de uso e os relatórios de falha seguem a retenção padrão do Amplitude e do Sentry, e não são ligados ao seu nome nem ao seu e-mail.
Com conta, os prazos são estes:
Dois anos, e não um, por um motivo específico: quem tem TDAH some do aplicativo por meses e volta. Sumiço não é abandono, e um prazo curto apagaria o registro de gente que ia voltar — uma perda que não tem conserto.
Apagar apaga de verdade: some a conta, somem as cópias cifradas, somem as chaves e somem os vínculos com profissionais. Não fica arquivo morto.
Esta parte não é sobre o aplicativo, é sobre este site. Enquanto o Broto não é publicado, você pode entrar numa lista de espera pra acompanhar o desenvolvimento. Se você fizer isso, guardamos o seu e-mail e, se você quiser informar, o seu WhatsApp — o telefone é opcional, e o formulário funciona sem ele. Junto vão a data e a hora do cadastro, o endereço de IP da requisição, o navegador usado e a origem do link que te trouxe até aqui (os parâmetros de campanha que vêm no endereço, quando existem). Data, hora e IP existem como prova de que o consentimento foi dado por você, como manda a LGPD; o resto serve pra sabermos quais conteúdos trazem gente pro Broto.
Nada disso se mistura com o aplicativo. A lista de espera não tem acesso nenhum às suas tarefas, aos seus registros PEC, ao seu humor ou ao seu rastreio — esses continuam só no seu aparelho, e o app nem sabe que a lista existe.
Esses dados ficam numa planilha do Google Sheets, numa conta nossa, e servem para uma coisa só: te avisar sobre o desenvolvimento e o lançamento do Broto. Não vendemos essa lista, não compartilhamos com anunciante e não usamos o seu e-mail nem o seu telefone pra te encontrar em nenhuma outra plataforma. Quando o envio automático de e-mails entrar no ar, o serviço usado pra isso vai ser nomeado aqui antes de a primeira mensagem sair.
A base legal aqui é o seu consentimento, dado no momento em que você envia o formulário. Ele é revogável a qualquer momento: escreva pra contato@appbroto.com pedindo a remoção — apagamos a linha da planilha e confirmamos pra você. Quando começarmos a enviar e-mails, todos vão ter um link de descadastro no rodapé.
Depois do cadastro, o site oferece a entrada num grupo do WhatsApp. Entrar é opcional e é uma decisão sua, tomada dentro do próprio WhatsApp. Antes de entrar, vale saber de uma coisa: por ser um grupo, e não um canal, os outros participantes conseguem ver o número de telefone de quem entra — inclusive o seu. Se preferir acompanhar sem isso, é só ficar na lista por e-mail e não entrar no grupo. O que acontece dentro do WhatsApp é regido pela política de privacidade da Meta, não pela nossa.
Registros de humor, respostas de uma escala de rastreio e anotações sobre pensamento e comportamento são dados pessoais sensíveis pela Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018). Tratamos assim por padrão: o app não pede permissão pra compartilhar nada, não sugere postar nada e não tem botão de compartilhamento automático.
A base legal do tratamento é o seu consentimento, dado ao instalar e usar o app, e ele é revogável a qualquer momento — na prática, apagando os dados ou desinstalando.
O resultado do rastreio ASRS é uma pontuação de triagem, não um diagnóstico. Quem não tem conta — que é o padrão — guarda esse resultado só no aparelho, e a única forma de levá-lo a uma consulta é exportando o resumo. Quem tem conta e aceitou o convite de uma profissional pode incluí-lo no que ela vê: a ASRS está dentro do grupo Rastreios, que só passa a ser compartilhado se você ligar esse grupo. Está desligado até você ligar, e desligar de novo é um toque.
A tela “Meus dados”, dentro do perfil, tem três ações e elas funcionam sem assinatura, pra sempre:
“Apagar tudo” apaga o que está no aparelho. Quem tem conta tem uma quarta ação, em Perfil › Conta: apagar a conta, que é o que remove do servidor a cópia cifrada, as chaves e os vínculos com profissionais. Ela roda sete dias depois do pedido, dá pra cancelar dentro dessa janela, e não exige escrever pra ninguém — está dentro do próprio aplicativo.
Na prática não há pedido de acesso a fazer: a cópia integral dos seus dados já está com você, e sai do app em dois toques.
O painel para psicólogos e psiquiatras está no ar, em pro.appbroto.com, e o aplicativo tem o lado do paciente. Esta seção descreve esse caminho inteiro, porque ele é o único em que o que você escreve chega a outra pessoa.
Sem vínculo, nada disso existe no seu app. Não é um menu escondido: quem nunca aceitou um convite não encontra nem a palavra “psicóloga” dentro do Broto. A porta de entrada é uma só — a linha “Tenho um convite”, no Perfil, que só aparece pra quem tem conta.
Quando você aceita um convite, valem estas regras:
As atividades. A profissional pode te passar uma atividade entre as sessões — o dever de casa da terapia. Ela escreve o enunciado; você marca como feita e conta como foi. As duas metades são separadas no banco: ela não reescreve a sua resposta e você não reescreve o enunciado dela. Cada texto é selado duas vezes, uma para cada leitor, porque o envelope que o Broto usa é de mão única e nem quem selou consegue reabrir o selo do outro. Atividade não passa pelos cinco grupos, e o motivo é simples: combinar de fazer a lição já é o ato de compartilhar.
A pauta. É o que você escreve na véspera pra levar pra sessão. Ela tem um interruptor próprio — “deixar ela ver antes” — e ele não é só uma regra de acesso: com o interruptor desligado, a segunda cópia de cada item é selada para a sua própria chave, de modo que nem entregue o texto abre do lado dela. Ligado, ela lê antes e chega na sessão sabendo o que você quer falar.
O dia e a hora da sessão ficam só no aparelho. Servem para o único lembrete de terapia que o app tem — uma linha na véspera, no fim do check-out — e não sobem para lugar nenhum.
Do outro lado, a profissional tem conta própria no painel, com os deveres dela: a chave privada dela é criada no navegador e não sobe nem para o Broto. Nós guardamos apenas a chave pública dela, que é o que o seu aparelho precisa para selar um envelope.
Continua existindo o caminho sem nada disso: exportar o resumo em “Meus dados” e levar impresso ou por onde você preferir. Ele não exige conta, não exige convite e não passa por nós.
O Broto abre a partir dos 16 anos. Não é direcionado nem oferecido a menores de 16, e não tratamos dados pessoais de quem sabemos estar nessa faixa.
Por que o corte é em 16. Abaixo dessa idade, a legislação brasileira de proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital exige vinculação da conta a um responsável legal e ferramentas de supervisão parental. O Broto guarda registros de pensamento, emoção e intensidade — conteúdo cuja utilidade depende de ser escrito sem plateia. Em vez de abrir para menores de 16 dando a um terceiro acesso a esse material, optamos por não abrir para essa faixa.
Dados de quem tem 16 ou 17 anos. Essas pessoas usam o aplicativo e, como todo mundo, seus dados ficam no próprio aparelho. O tratamento observa o melhor interesse do adolescente, previsto no art. 14 da LGPD: não há perfilamento para publicidade, não há anúncio no aplicativo, os padrões mais protetivos são o comportamento padrão e nada do que é escrito é compartilhado com terceiros — inclusive com responsáveis legais, que não recebem acesso ao conteúdo registrado.
O rastreio ASRS não abre antes dos 18, e essa restrição é do instrumento, não da lei: a escala foi desenvolvida e validada para adultos. Quem tem 16 ou 17 anos usa o restante do aplicativo normalmente.
Como a idade é conferida. Na entrada do app, antes de qualquer cadastro, pedimos a data de nascimento em campo aberto — não uma caixa de “declaro ter idade suficiente”, que a Lei 15.211/2025 e o Decreto 12.880/2026 não aceitam como aferição confiável. A data não é gravada. A idade é calculada dentro do próprio aparelho e o que fica registrado é somente a faixa etária, a data em que a conferência foi feita e por qual método. Quando a loja de aplicativos informar a faixa etária da conta, essa informação prevalece sobre a digitada, por vir de fonte independente.
Esse desenho é deliberado em dois pontos. Não pedimos documento, selfie nem biometria: para um app desta natureza, um mecanismo desses trataria dado sensível de todo mundo para resolver uma pergunta que cabe numa data, e seria desproporcional ao risco que se propõe a mitigar. E não guardamos a data de nascimento porque o dado coletado para aferir idade só pode servir a essa finalidade — a forma mais segura de garantir isso é não reter o dado.
Se descobrirmos que tratamos dado de alguém com menos de 16 anos, o acesso é encerrado, o aplicativo oferece a remoção do que estiver gravado no aparelho e, havendo qualquer registro sob nossa guarda — na prática, apenas um endereço da lista de espera deste site —, ele é eliminado sem depender de pedido. Responsável que identifique um cadastro nessa faixa pode escrever para contato@appbroto.com e pedir a exclusão, sem precisar justificar.
Quando este texto mudar de forma relevante, a data de revisão no topo muda junto e o app avisa na abertura. Versões anteriores continuam disponíveis mediante pedido.
O Broto é operado por P. M. PELLICANO LTDA, CNPJ 49.126.837/0001-70, com sede na SCS Quadra 6 Bloco A, nº 157, Edifício Bandeirantes, Asa Sul, Brasília/DF, CEP 70300-910. Encarregado de dados (DPO) e canal de contato: contato@appbroto.com.
Escrevendo para esse endereço você fala com a pessoa responsável pelo Broto — não com um formulário. Pedidos de acesso, correção, portabilidade e exclusão dos seus dados, previstos no art. 18 da LGPD, são respondidos em até 15 dias.